quarta-feira, 16 de junho de 2010

- o TEMPO passa inexoravelmente .

          Já implorei que ele passasse para que eu pudece ver o amanhecer, recomeçar, tentar viver... Mas, ultimamente tenho pedido que ele pare, respeite a minha dor, me deixe sofrer, mantenha a escuridão da noite aonde eu nada possa ver. Como ele é duro comigo, sempre tão frio, se antes ele me escutava e passava, agora ele me ignora e voa, passa tão depressa... Tempo, tempo, tempo, tempo atenda ao meu pedido!? (O meu pedido é em vão...) Por que não me deixas sofrer em paz? Queres sempre me erguer, me mostrar o amanhecer. Estas sempre a dizer-me: te dei o sol, desperte, viva!
          Perdoa-me tempo, por toda a minha ingratidão... Reconheço depois que a ti me liguei sou mais forte a cada instante, mais sábia, astuta e inteligente. O que me disses é verdade... não há amor que resista a ti! O meu é prova disso, tem se acabado, mal respira em mim... Como sou grata a ti, por me fazer sorrir.